Uma paciente de Pires do Rio, grávida de 30 semanas, conquistou em poucos minutos uma vaga de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital Materno Infantil de Goiânia graças a atuação do Complexo Regulador Estadual (CRE).

A paciente apresentou um aumento da pressão sanguínea, ou seja, doença hipertensiva específica da gestação (DHEG). Essa é uma complicação que acompanha entre 5 e 7% das grávidas brasileiras. “Ela precisava de uma Unidade que pudesse fazer a avaliação tanto materna quanto para conferir se a criança estava em sofrimento fetal. A pressão arterial faz mal para a mãe e para o bebê. Estávamos falando de duas vidas em jogo”, explica Genésio Pereira, Diretor Técnico do CRE.

Agilidade como marca registrada

De janeiro a outubro de 2019, 14.555 pacientes foram transferidos para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) graças ao trabalho do CRE. O órgão estadual possibilita um tempo médio de resolução de 4 horas e 16 minutos. Ou seja, desde o pedido realizado pelo SAMU, por exemplo, até a confirmação da vaga para o paciente.

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